Esse grão é conhecido como feijão dos Andes, sendo muito apreciado e consumido há milênios e há pouco tempo começa a ser produzido e conhecido no Brasil.

Estudos da Unicamp mostram que o grão tem um grande potencial para nossas artérias ficarem longe das indesejáveis gorduras que nos causam tantos males a saúde.

A boa nova foi dada por Jaime Amaya-Farfan da Unicamp, que realizou a pesquisa com 18 voluntários que apresentavam problemas de colesterol, resistência a insulina e pressão arterial elevada.

Os voluntários foram orientados a consumir até 30 gramas diárias de farinha de amaranto no formato de biscoito e pasmem os níveis de LDL, ou seja, colesterol ruim despencou.

"O grão inibe, no fígado, uma enzima envolvida na produção do colesterol ruim", diz Rosana, técnica que faz parte da equipe de pesquisa da Unicamp.

Essa ação, no entanto, ocorre sem prejudicar a versão boa do colesterol, que atende pela sigla HDL.

"O amaranto contém esqualeno, uma substância antioxidante que é rara em produtos de origem vegetal", conta Amaya-Farfan. 

"Ela é a principal responsável pela interrupção da síntese de LDL, moderando a produção de colesterol", complementa.

Se você tem colesterol alto, achou um belo aliado para ficar longe dos males advindos desse fato.

O amaranto pode ser consumido em forma de biscoitos, mingaus, colocado no iogurte, adicionado aos sucos e muito mais.