O chocolate rico em cacau, conhecido como amargo, não rende só sabor, mas também saúde se consumido com moderação. Saiba como:

1. Combate o mau humor
Pesquisadores da Universidade de Middlesex, na Inglaterra, garantem que para melhorar o nosso humor basta só o cheiro do chocolate. Segundo os pesquisadores, os participantes do estudo relataram menor estresse e maior satisfação ao sentir o aroma do chocolate. Ainda segundo os cientistas, algumas atividades cerebrais de alerta foram reduzidas.  Além disso, o cacau contém uma substância conhecida como feniletilamina, que, quando ingerida, manda de fato o mau humor embora. "É a mesma envolvida na química da paixão, e a sensação produzida, claro, é ótima", diz Cláudia Degáspari, da UFPR.

2.  Favorece o emagrecimento
O chocolate amargo, quando consumido em jejum aumenta a saciedade, ajudando assim a comer porções menores e ao emagrecimento. O fato foi comprovado pela Universidade Dinamarquesa, Real de Copenhague. Segundo os pesquisadores, a diferença na ingestão de calorias ao longo do dia, foi de 15%. Mas isso só é valido para a versão amarga do chocolate, na versão ao leite não temos o mesmo resultado.

3. Saúde cerebral
Já a Universidade de Hopkins, nos Estados Unidos, descobriram que um composto, presente no chocolate amargo, chamado epicatequina protege as células nervosas do cérebro. Por hora os testes ainda foram realizados só em ratos, esperamos que tenha o mesmo efeito para os humanos. 

4. Beleza
Além de gostoso, o chocolate tem um alto poder hidratante, combate os radicais livres evitando assim a oxidação das células. Por isso já está presente em vários hidratantes e em spas.

5. Saúde do coração
E não é que também ajuda a controlar uma enzima no organismo conhecida por aumentar nossa pressão arterial? Pois é, a descoberta foi feita pela Universidade de Linkoping, na Suécia. Porém esse benefício só vale para o chocolate amargo, rico em cacau.

6. Ajuda o intestino
As moléculas procianidinas, presentes no chocolate, ajudam a combater o câncer de intestino. Descoberta foi divulgada em 2008 pela equipe de Pesquisadores da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos.

Fontes:
Canal Nutrição, Portal Terra.
Revista Saúde, editora Abril.